sexta-feira, 4 de abril de 2008

Desistir é batota….



Uma noite de prazer, Um dia de horror, uma passagem para o infinito da tua vida.
Leva-me pela ponte do destino em direcção ao final do abismo da vida eterna contigo.
O espelho reflecte a vida sem cor, o movimento parado das nossas almas sem que para isso tenha de ver com os olhos transparentes as sombras do nosso amor.
Partimos o espelho, saltamos o abismo, passamos a ponte e vivemos felizes, é esse o desafio, porque desistir é batota.

bUbULET@

terça-feira, 1 de abril de 2008

Era uma vez um sonho!


Menina que sonhas nos teus lençóis de sonho

Menina a quem a vida sorri

Menina que vives para lá do mundo

Menina que tens o dom de ver mais além!

Menino te escolho, porque não sonhas

Menino estás perdido no mundo

Menino que não olhas para o além

Menino que ficas por este teu estado!

Menina e Menino que se encontram!

Menina e Menino que se apaixonam!

Menina passa a sonhar acompanhada…

Menino aprende a sonhar…

Mistura de sensações de emoções de experiências.

A vida que se mistura, se desenvolve…

O Menino e a Menina desta vida sem sonho,

Acabam por aprender um com o outro

Fazem os sonhos perdurarem e a felicidade ser!

bUbULET@

Cruzados para sempre… ou talvez não. Diz-me tu….



Um acto de cruzamentos diferentes em que actuantes fazem um propósito de se juntarem na nua escura e fria árdua tarefa de se escolherem sem terem de pedir conselho ou ficção de escritor incógnito com vontade que se juntem nesse espaço sem fim e com uma luz ao fundo da viagem de simples sentimentos vertiginosos e ambíguos da vida insegura que um dia queriam ter. Ou será que simplesmente escolheram aquilo que lhe convinham visto olharem para os lados e não estar mais ninguém disponível ao seu alcance para assim correrem para os braços um do outro e que remédio tiveram em ser um para o outro e dos lados esqueceram. Afinal de contas nada mais havia a ver, nada estava lá, só eles os dois, escolhidos ou não, eles eram só eles e mais ninguém. Agora felizes ou não continuam sem mudar nada naquele olhar com o pensamento nos lados que um dia deixaram de observar. Vejam, afinal não há mesmo mais ninguém, só nós, ou talvez seja mesmo assim, continuar caminhada em vez de juntos... sós...

bUbULET@